(Maurício Tapajós / Paulo César Pinheiro)
Quando o muro separa
uma ponte une
Se a vingança encara o remorso pune
Você vem me agarra,
alguém vem me solta
Você vai na marra, ela um dia volta
E se a força é
tua ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte, olhe o dia de ontem
chegando
Que medo você tem de nós, olha aí
Você corta um verso, eu
escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto
De repente olha eu de
novo
Perturbando a paz, exigindo troco
Vamos por aí eu e meu cachorro
Olha um verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que
medo você tem de nós, olha aí
O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade
guardiã
O braço do Cristo, horizonte
Abraça o dia de amanhã, olha aí
MBP4 me inspirou no dia de hoje
Pontes que precisamos pra transpormo-nos
Em geral, publicações deste gênero são recheadas de lembretes, frases históricas, aforismas filosóficos, previsões astrológicas, informações globais; outras vezes, trazem conselhos práticos para um mundo demasiadamente prático e pragmático. Mas aqui, as marcas do caminho do tempo e do calendário são demarcações poéticas, jardins de flores e plantas e florações feitas de poesia, as fronteiras de cada dia.
quinta-feira, março 24, 2005
Pesadelo
Eu lamento que existam profissionais assim ...
'Psicanalista condenado por conduta
antiética no exercício da profissão'
"Extraído de www.espacovital.com.br (Clica para ver o resto que é de arrepiar o cabelo "
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